Conta a lenda de que de tempos em tempos um determinado bigodudo chega para deixar sorrisos nos rostos dos jogadores. Mario é a franquia mais popular da Nintendo (em uma pesquisa recente ele foi mais reconhecido que Bill Gates e o Papa), verdade essa válida em toda a superfície do terceiro planeta do nosso sistema solar. Apesar de seu nome sempre estar estampado em dezenas de títulos dos mais variados gêneros, com destaque para os esportivos, os fãs vêm se acostumando a esperar anos pelo verdadeiro game ''padrão Mario''. O último foi lançado em 2002 (Super Mario Sunshine para GameCube) e lá se foi meia década até que a Nintendo finalmente concluísse o que pode ser considerada a maior aventura do personagem, ou no mínimo aquela que mais longe o levou até hoje. Super Mario Galaxy foi até agora o jogo mais esperado pelos usuários do Wii, pelos fãs do encanador e também por aqueles que estiveram curiosos e ansiosos por dar a sua opinião a respeito. Afinal, o que a Nintendo mudaria tanto de Sunshine para cá com o Wiimote? Será que esta jornada seria tão diferente que justificaria todo o processo de desenvolvimento? As respostas virão nos próximos parágrafos, mas de antemão podem ter certeza de uma coisa: vocês jamais jogaram algo como Super Mario Galaxy.

Como o nome sugere, essa aventura leva Mario e, de carona, os jogadores, aos confins do universo. Para que? Resgatar a Princesa Peach, ora bolas! Como de costume, a história segue o mesmo padrão ''Bowser seqüestra Peach e Mario deve salvá-la'', seja lá onde estiver sendo mantida cativa, mas dessa vez as coisas serão um pouco diferentes do normal. A introdução do game já dá indícios das mudanças.


Cometa secular

A cada cem anos, um cometa passa pelos céus do Reino Cogumelo, e para comemorar essa passagem, seus habitantes realizam o que eles chamam de Star Festival. Não por coincidência, hoje é o dia do festival, e o cometa, pela primeira vez, está deixando um rastro de estrelas cadentes -- ou seja, está chovendo estrelas no reino dos Toads. Os fofos cogumelos começam a coletar essas pequenas estrelas e a levá-las para o castelo onde elas se tornaram uma grande Star Power. Convidado pela princesa, Mario chega ao Reino por último e é saudado pelos habitantes. Pouco depois de o bigodudo conhecer a novidade estelar, o Reino Cogumelo é atacado e parcialmente destruído: Bowser e seu filho aproveitaram as festividades para capturar Peach, (que já deve ter entrado para o Livro dos Recordes como a Princesa mais seqüestrada do mundo dos games) e ainda levar castelo junto. O vilão da série surge agora mais poderoso do que nunca graças ao poder das Grand Stars, e sua frota de navios voadores, antes capazes apenas de viajar pelos céus (lembram de Mario 3?), agora podem fazer viagens intergalácticas. A cena em que esses navios erguem o castelo da princesa seria normal se não fosse a presença de uma estranha nave espacial. Mario tenta ir junto, usando suas últimas forças para saltar em direção ao castelo, mas Magikoopa manda o bigodudo de volta ao solo. Mario cai da estratosfera e fica desacordado, até ser despertado por um Luma, uma estranha criatura em forma de estrela. Aqui, nosso herói conhece Rosalina, uma princesa que mora no espaço. Ela oferece ajuda a Mario para tentar encontrar Peach, e em troca Mario deverá recuperar suas Grand Stars roubadas por Bowser para re-energizar seu observatório, que então poderá viajar novamente pelo universo. Ou seja, dois coelhos com uma cajadada só. Enquanto Mario obtém as estrelas, ele enfraquece a frota de Bowser e impede o plano do vilão de criar sua própria galáxia e reinar o universo.

O enredo, embora envolva mais personagens, continua simples e compreensível para os jogadores de todas as idades. Além da trama principal, há também a história da Princesa Rosalina, que não só nos permite conhecer mais essa nova personagem, como também os Lumas, que a acompanham como se fossem sua mãe. Essa história é contada como em um livro, e é opcional - embora seja completamente paralela, é bem interessante.


Aventura Estelar

A nave-observatório de Rosalina, habitada por Lumas que lhe darão informações preciosas, é a ponte para todas as fases de Super Mario Galaxy por onde Mario se aventurará em busca das Power Stars. Ela serve como um saguão tal qual o castelo de Peach em Mario 64 e a Ilha de Delfino em Super Mario Sunshine. SMG segue um esquema bem semelhante: a nave é repleta de ''compartimentos'' (Cozinha, Terraço, Fonte, Jardim) por onde Mario pode se dirigir para as dezenas de galáxias do jogo. Cada uma delas representa uma fase e contém sua própria quantidade de estrelas, variando de uma a sete ou mais. A cada nova visita, Mario encontrará o cenário modificado, ou simplesmente deverá seguir caminhos alternativos, ou seja, mesmo que a fase seja reaproveitada, sempre haverá alguma coisa diferente no percurso. Outro fator que muda a maneira como a fase é apresentada são os cometas, que alteram algumas particularidades como deixar os inimigos mais rápidos, impor tempo limite para a conclusão da fase, etc.

Existem galáxias que só podem ser exploradas quando Mario obtiver quantidade determinada de estrelas, e isso quer dizer que será necessário fuxicar bastante as fases anteriores antes de seguir para as seguintes. Há algumas que estão escondidas e só aparecem no decorrer do jogo, mas sempre que isso ocorre o Luma responsável pelo mapa lhe avisa o fato.


Design Além da Imaginação

Como já citamos, as galáxias do jogo são formadas por vários asteróides e planetóides, de número e tamanhos variados. Algumas podem ter apenas três pequenos astros, enquanto outras podem fazer Mario visitar até dez. A viagem entre eles é feita rapidamente através de símbolos laranja em forma de estrelas, por onde Mario é lançado para os planetas seguintes e assim seguir seu caminho, ou ele pode simplesmente pular de um asteróide para outro, ou ainda ser puxado por estrelas azuis que funcionam como ímã, atraindo Mario e o jogando pelo espaço de gravidade zero.

Em sua aventura pelo espaço, Mario viajará por planetas diferentes formados de lava, gelo, água, deserto, naves – diversificação é o que não falta. Os planetas possuem designs únicos, e não seguem o padrão ''redondinho'' que vocês podem estar esperando, apresentando formatos de feijão, disco, pirâmide, torre, vale até o próprio Mario. São tão surreais, que fica difícil descrevê-los com meras palavras - alguém um dia imaginou conhecer uma ''galáxia de brinquedo'' ou uma ''galáxia casa fantasma''? Alguns são curtíssimos, outros são mais extensos, e chegam a ser maiores do que certas fases de Mario 64 ou Sunshine. Aliás, este é um ponto até difícil de comparar: enquanto os games antigos lhe apresentam fases grandes e fechadas onde o jogador passava horas e horas explorando, agora as coisas acontecem com mais frenesi, por caminhos mais pré-determinados do que antes, mas isso não tirou em nada a graça do jogo, muito pelo contrário. Podemos dizer que dessa forma, cada metro de chão foi usado de maneira muito mais útil que antes.


Os melhores gráficos no Wii?

O design dos cenários por si só já são dignos de elogios, mas quando as coisas são feitas com esmero, é fácil perceber no resultado final. Super Mario Galaxy só prova aquele dito de que a produtora de um hardware é sempre a mais capaz de extrair o máximo que sua criação pode oferecer. Se companhias vêm recebendo críticas destrutivas com relação ao visual de seus jogos no console, a Nintendo conseguiu, por meio deste, mostrar realmente e finalmente do que o Wii é capaz. O modelo de Mario é o melhor já visto em sua história, melhor até do que aquela CG na apresentação de Sunshine. Cores vibrantes eram o mínimo que se podia esperar, mas as texturas usadas no cenário e nos personagens estão soberbas, isso sem falar no Bowser e seu esvoaçante topete vermelho. O efeito de água usado é o melhor já visto no console, enquanto que o cenário distorce quando há fogo, incluindo nos rastros de cometas. Efeitos de partícula e fumaça também estão em várias partes, e os cenários refletem e refratam a luz. As cut-scenes que contam a história são todas produzidas usando o engine do jogo, e alguns elementos como blur são adicionados nessas ocasiões. Indiscutivelmente o melhor título de Wii, graficamente falando, e que sirva de lição para outras companhias. O bom é que agora sabemos que o Wii pode nos fornecer um visual muito mais elaborado do que os jogos do console vinham apresentando até o momento (incluindo-se aqui os games da Nintendo).

Atleta do Século

Logo na primeira fase de jogo, já viajando pelas infinitas galáxias, Mario se deparará com elementos inéditos em sua aventura. Para começo de conversa, o jogador não terá problemas para movimentar Mario usando o Nunchuk na mão esquerda, enquanto se agacha com o botão Z, centraliza a câmera com o C (apenas em certos pontos) ou pula com o Botão A do Wiimote. Porém apontando o controle para TV, o jogador terá um cursor em forma de estrela à sua disposição. Essa mira tem a única função de varrer a tela e catar as Star Bits, fazendo-as vir até Mario sem a necessidade de o bigodudo ir até elas. Pode parecer estranho em princípio, mas logo o jogador estará instintivamente passando o cursor pela tela para confirmar se aquele ponto distante no horizonte é ou não uma Star Bit. Essa mira não tem uma explicação lógica dentro da história, mas quem liga: a novidade é excepcional.

As ações de Mario abrangem as mesmas dos games anteriores como pulo, pulo triplo, salto em distância, pulo para trás, escorregar pela parede, saltar de uma parede para outra para atingir o topo, se agarrar em postes e trapézios, nadar, etc. Porém, fazendo um movimento rápido e unilateral com o Wiimote, Mario fará seu rodopio característico, que será sua principal arma contra os inimigos, até mesmo contra o próprio Bowser e seu filho.


Mario Abelhudo

Os power-ups estão de volta, e há alguns inéditos. O Cogumelo Vermelho, por exemplo, aumenta de três para seis o HP de Mario, permitindo que o bigodudo seja atingido mais vezes pelos inimigos antes de perder uma vida. Um novo cogumelo transforma Mario em abelha e lhe dá a habilidade de voar como uma por alguns segundos e de engatinhar na vertical se agarrando em favos de mel. O Ghost Mushroom transforma Mario em um fantasma e com isso ele pode atravessar grades. Depois de tanto tempo sumida, a Flor de Fogo está de volta e com ela Mario pode apelar com pirotecnia enquanto que a Flor de Gelo permite que Mario ande sobre as águas como se fosse Bobby Drake e congele canos vazantes para transformá-los em plataforma - isso também vale para cachoeiras na vertical. Por último temos um cogumelo metálico que o torna Spring Mario, ou Mario-Mola se preferirem, capaz de dar saltos enormes. Cada um desses Powerups são específicos das fases, e necessários para a resolução de enigmas presentes nelas. Um dos Powerups menos utilizados é uma estrela especial vermelha que transforma o encanador no Mario-Mengão... brincadeira: a estrela lhe dá a habilidade de voar (e sua roupa fica preta e vermelha) tal qual o chapéu de asas em Mario 64.

Puzzles Gravitacionais

O grande barato do jogo é como ele brinca com a gravidade e faz o jogador pirar, jogando seu senso de orientação para o espaço, literalmente. Como muitos objetos do cenário possuem seu próprio campo gravitacional, haverá momentos em que Mario ficará de cabeça para baixo e os controles ficarão diferentes nessas situações. Pular de uma plataforma para outra também pode causar perda de referência, mas nada que impossibilite o andamento do jogo, apenas acrescentará um pouco mais de diversificação e dificuldade. Esse novo elemento é responsável pela maior das mudanças na gameplay de Super Mario Galaxy com relação aos títulos anteriores e ela foi tão grandiosa e espetacular, que já não estamos mais conseguindo imaginar um próximo Mario nos padrões antigos. Foi como se uma nova era surgisse.

E o que seria um Mario sem os característicos puzzles? Brincando com a novidade gravitacional, vários quebra-cabeças relacionados foram criados, tanto 3D quanto 2D. Há momentos no jogo em que ficamos diante de seqüências com gameplay 2D e em lugares com diferentes gravidades. Setas na tela de fundo indicam para onde está apontando a gravidade e quando Mario passa pelo limite entre elas, ele passa a ser influenciado por outro campo, ou seja, em uma hora você pode estar andando em linha reta e de repente estar ''caindo para cima''. Ou pode andar lateralmente na parede da direita e ser jogado para a parede oposta logo a seguir.


Conheço você...

Super Mario Galaxy retoma velhas figuras inimigas conhecidas dos fãs como Goomba, Magikoopa, os próprios Koopas, além de, é claro, sua própria turma de inimigos inéditos. Muitos ainda podem ser derrotados com o velho pulo sobre a cabeça (que lhe garantirá uma moeda) ou devem ser socados em troca de Star Bits. Chefões enormes vindos de Marios anteriores podem ser enfrentados nos finais de certas fases como toupeiras gigantes, Dino Piranha, Peixes de Ossos, o grande Polvo de Mario Sunshine, só para descrever alguns. Bowser, o quase sempre presente vilão, será novamente combatido várias vezes antes do confronto final. Seu filho também tentará impedir Mario em alguns momentos, usando seus subordinados ou seu navio para dar cabo do encanador. Ah sim, falando em velhas figuras, não podemos nos esquecer que Luigi está de volta, e ele até ajudará Mario encontrando algumas estrelas... Mas as circunstâncias que envolvem o irmão de Mario só provam que o dito cujo continua sendo um escárnio.

O que temos que pegar?

Ao todo são 121 estrelas, mas não é preciso catar todas salvar a Peach: em Mario 64, eram necessárias 72 estrelas, mas esse número foi reduzido para 60 agora. E vale mencionar que descolar essas 60 estrelas pode até não ser rápido (levamos 9 horas para conseguir), mas também não requer muito sacrifício. Como o público-alvo do Wii é mais abrangente, e muitas pessoas reclamaram da dificuldade dos games anteriores, a Nintendo resolveu facilitar a vida de todos diminuindo o nível de desafio para quem quer apenas terminar o jogo. Porém, coletar todas as estrelas vai requisitar mais do seu cérebro do que nas fases iniciais. Há fases secretas tão ou mais difíceis quanto às de Mario 64 ou Sunshine. Quem conseguir a façanha de coletar as 120 estrelas ganhará no final um bônus secreto. O que é? Boa sorte, amigos.

Um aspecto mudou nesse Mario, um que jamais iríamos imaginar que aconteceria. Podemos dizer que a caça às moedas acabou. Antes, era possível encontrar mais de 100 moedas escondidas em cada fase - o que até rendia a Mario uma estrela secreta – mas agora as moedas são extremamente escassas, raras, e por isso ganharam ainda mais importância, pois é com elas que Mario continua recuperando seu HP. No lugar das moedas, Mario coleta as estrelas coloridas que mencionamos (Star Bits). A cada 50, o encanador ganha uma vida, mas elas possuem mais três utilidades: uma é alimentar os Lumas Famintos para que se transformem em planetas ou galáxias secretas; a segunda é comprar uma vida ou um cogumelo vermelho com o Luma vendedor; e a terceira é serem atiradas contra inimigos para nocauteá-los (use o cursor para isso) e em certos objetos coloridos no cenário para que virem moedas.


Modo Cooperativo? Ranking Online?

Além do tradicional modo single, Mario Galaxy possui um inédito modo cooperativo. Mas nada de Luigi: o segundo jogador, munido apenas de um Wiimote, controla um segundo cursor na tela e pode realizar algumas ações como catar as Star Bits, atirá-las nos inimigos, fazer Mario pular (mire no bigodudo e aperte A) e, juntamente com o primeiro jogador, fazer Mario dar um super salto inédito, e impossível de outra forma. O problema é acertar o timing desse pulo - os dois jogadores devem apertar o botão simultaneamente.

Assim como nos games anteriores, os jogadores têm acesso, a partir do menu principal, a uma lista com suas conquistas como estrelas adquiridas, quantidade de moedas coletadas em determinadas fases, etc. Porém agora, sua estatística não ficará restrita ao seu cartucho ou Memory Card: você poderá enviar uma screenshot dessa tela para qualquer amigo via WiiConnect 24.


Tem Athletic!

Quem hoje não conhece o tema principal de Mario? Conhecemos uma menina de cinco anos que basta as primeiras três notas e ela já reconhece o ''papapa-pa-pa'' do primeiro jogo. Super Mario 64 e Super Mario Sunshine vinham com muito pouco dos jogos clássicos em termos musicais, porém Mario Galaxy não. Para alegria dos fãs, várias das músicas antigas estão presentes, como novos arranjos, algumas delas apenas em forma de samples, é verdade, mas retornar às raízes foi muito bacana. O tema principal da série volta na fase dos brinquedos e a música ''Athletic'' de Mario 3 toca em várias zonas do game, assim como ''Airship'' (também de Mario 3) nos cenários contra Bowser Jr e sua frota de navios. Outras duas BGMs de Mario 1 (Underworld e Underwater) podem ser ouvidas quando cubos especiais com ''? '' são quebrados e notas musicais surgem para serem coletadas. Para finalizar a nostalgia, o tema de ''invencibilidade'' está de volta, assim como o da Bowser's Road de Mario 64.

Mas Mario Galaxy também possui sua própria gama de músicas inéditas. Elas até podem não ter o mesmo impacto que os temas clássicos, mas isso não tira em nada seus méritos. A Nintendo fez um trabalho primoroso com a trilha sonora do jogo, deixando na mão de uma orquestra a execução de quase todas as músicas. O resultado não poderia ter ficado abaixo do esplendoroso.


Perfeito? Quase...

Poucos foram os problemas que enfrentamos durante nossa longa jornada, aliás, põe longa nisso, pois para zerarmos com o número mínimo de estrelas levamos mais de 8 horas. Mas nesse período, raríssimas vezes, fomos importunados pela câmera. O game usa um sistema que permite a centralização da câmera, mas somente em algumas áreas. Na maioria das vezes, não temos controle algum do ângulo de visão. Isso não é problema, pois sempre temos à nossa disposição um ângulo decente para as ações, ou algo muito próximo disso, mas algumas vezes ficamos com nossa visão obstruída por obstáculos, como paredes. Nesses casos, Mario aparecia como uma sombra através do objeto em questão e tivemos que andar ao léu até que ela voltasse ao normal. Em um game como esse, andar sem saber onde pisa pode ser um problema. Mas, como isso aconteceu com tão pouca freqüência, pouco nos atrapalhou.

Em contrapartida, a própria facilidade oferecida pela Nintendo pode ser um ponto negativo para os que esperavam por algo do mesmo cacife de Mario Sunshine, e a luta final também é meio mamão com açúcar - dificuldade mesmo só se você optar por encontrar as 120 estrelas e adquirir o tal segredo.


Estrela-Nova

Um game para se tornar clássico tem que ser inesquecível. Uma série para durar tanto tem conseguir agradar com novidades, mesmo que isso signifique mudar o tradicional e quebrar barreiras. Mario é o que hoje porque a Nintendo sempre foi eficiente com relação à sua franquia, sabendo posicioná-la exatamente dentro do gosto do freguês – e entenda isso não apenas como os fãs de outrora, mas dos jogadores novos que hoje estão sendo apresentados a uma verdadeira revolução no gênero de plataforma. Se Mario 64 foi um divisor de águas em sua época, Mario Galaxy não deixa por menos, e não estamos exagerando ao afirmarmos que seus antecessores, 64 e Sunshine, acabaram de ficar obsoletos.

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